sábado, 21 de março de 2015

SANTA CASA DE RIO GRANDE TEM ATÉ SEGUNDA-FEIRA PARA VOLTAR A FUNCIONAR

Diretor do Departamento de Assistência Hospitalar e Ambulatorial, da Secretaria Estadual da Saúde, Alexandre Brito, diz que Santa Casa deve cumprir com contrato com Estado (Foto: Valéria Cunha) (Foto: ) 
FOTO: VALÉRIA CUNHA
PREFEITURA DE RIO GRANDE ASSUMIRÁ A GESTÃO DO HOSPITAL
EM CASO DE DESCUMPRIMENTO DA ORDEM

 Uma reunião entre os prefeitos Eduardo Leite (PSDB) de Pelotas, Alexandre Duarte Lindenmeyer (PT) de Rio Grande e o diretor do Departamento de Assistência Hospitalar e Ambulatorial da Secretaria Estadual da Saúde, Alexandre Brito, resultou na determinação do prazo de 72 horas para a Santa casa de Rio Grande voltar a prestar atendimento ambulatorial, suspendo desde janeiro. O encontro ocorreu na 3ª Coordenadoria Regional de Saúde (CRS) e contou com a presença de secretários da Saúde de municípios da região e autoridades ligadas ao setor.

Na ocasião, Brito abriu uma discussão intensa que resultou na decisão de que a Santa Casa de Rio Grande terá até segunda-feira para voltar a trabalhar integralmente e cumprir o contrato com o Estado do Rio Grande do Sul.
Como prefeito de Pelotas e presidente da Azonasul, Eduardo destacou a necessidade de uma decisão breve para que seja mantido o contrato do Estado com o hospital e restabelecidos o mais depressa possível os serviços prestados pela instituição, que assim como Pelotas também é uma referência em saúde para a região. O prefeito esteve acompanhado pela secretária de Saúde, Arita Bergmann.
Caso a Santa Casa de Rio Grande - que argumenta dívidas por atraso nos pagamentos para os serviços prestados pelo SUS, nos últimos três meses do ano passado - não cumpra a determinação, a Prefeitura de Rio Grande, apoiada pelo Governo do Estado, deverá assumir a gestão do hospital e passará a receber a verba.

Retorno já havia sido anunciado na sexta
 
A Santa Casa de Rio Grande já havia prometido o retorno do atendimento na segunda-feira. No entanto, a situação tem datas fim: até 31 de março, caso o déficit - conforme o advogado da instituição, André Gandra, gira em torno de R$ 9 milhões - não seja sanado.

 INFORMAÇÕES: DIÁRIO POPULAR

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