FOTO DIVULGAÇÃO: SOLANO FERREIRA/DP
SEGUNDO BIÓLOGO,A COBRA PESA EM TORNO DE QUASE CINCO QUILOS
Um fato inusitado surpreendeu a equipe do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) na semana passada.
Uma jiboia foi encontrada no banhado próximo à BR-392, no quilômetro 51,780 em Rio Grande,
enquanto os técnicos da Gestão Ambiental da BR-116/392 (STE S.A.)
realizavam uma vistoria nas passagens de fauna, estruturas construídas
ao longo da rodovia para permitir a travessia dos animais.
Com 1,48 metro de comprimento e 4,7
quilos, a fêmea da espécie Boa constrictor amarali foi capturada por ser
um animal exótico ainda não disseminado na região, que pode vir a
impactar outras espécies, e encaminhada ao Núcleo de Reabilitação da
Fauna Silvestre (Nurfs) da Universidade Federal de Pelotas (UFPel),
local referência para entrega dos animais encontrados pela Gestão
Ambiental. De lá, a jiboia será levada à Secretaria do Ambiente e
Desenvolvimento Sustentável do Rio Grande do Sul (Sema), órgão
responsável pelo seu destino final. No entanto, segundo técnicos do
núcleo, o animal não possui chip de identificação, o que levantou
algumas discussões como forma de alerta.
Algumas espécies não nativas podem causar impactos ambientais e
prejuízos econômicos, como é o caso do javali (Sus scrofa scrofa),
introduzido no Uruguai para criação e consumo, e que acabou se
dispersando para o Rio Grande do Sul. Aqui, passou a ser considerado
fauna exótica invasora, segundo o Ibama.
INFORMAÇÕES: DIÁRIO POPULAR
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