FOTO: MARCUS MACIEL
EM PELOTAS E RIO GRANDE O NÚMERO DE POLICIAIS INATIVOS É O DOBRO EM RELAÇÃO AO MESMO PERÍODO DO ANO DE 2014
Diante da baixa remuneração,
parcelamento de salários e propostas de mudanças na previdência dos
militares feitas pelo atual governo, 1.016 policiais do Rio Grande do
Sul deixaram o trabalho ativo e foram para a reserva da Brigada Militar
(BM), no período de 15 de junho até o último dia 12. São nove coronéis,
16 tenentes-coronéis, 12 majores, 65 tenentes, 393 primeiros-sargentos,
seis segundos-sargentos, 498 terceiros-sargentos e 17 soldados. As
informações são da Secretaria de Segurança Pública (SSP). O
Comando-geral na BM, no entanto, diz que são 1.070 policiais que
deixaram a ativa nos seis primeiros meses de 2015.
Desde o início do ano, 48 brigadianos do 4º Batalhão de Polícia Militar (BPM), em Pelotas,
foram para reserva e 31 aguardam a aprovação da solicitação. Segundo o
comandante do 4º BPM, tenente-coronel André Luis Pithan esse número é o
dobro se for comparado ao mesmo período do ano passado. No comando do
batalhão de Rio Grande, a situação não muda. De acordo
com o comandante do 6º BPM (Rio Grande), major Leonardo Nunes, de
janeiro a agosto, 30 policiais pediram para ser desativados. Nos
primeiros meses de 2015, foram 521 ingressos na reserva no Estado,
segundo consta no Diário Oficial.
O comandante Pithan, atribui o alto número de policiais na reserva ao anúncios e cortes do atual governo. Para ele, o fato está ligado ao projeto encaminhado pelo governo à Assembleia Legislativa, já que se for aprovado, o projeto extingue a gratificação de permanência da ativa dos servidores que já cumpriram o tempo de serviço necessário para se aposentar. Conforme Pithan, isso justifica a corrida pela aposentadoria de quem se encontra nesta situação e não deseja perder o benefício. O comandante salienta que, desde o início do governo Sartori, já estava sendo registrado um aumento no número de pedidos para a reserva.
INFORMAÇÕES: GIULLIANE VIÊGAS/DP
O comandante Pithan, atribui o alto número de policiais na reserva ao anúncios e cortes do atual governo. Para ele, o fato está ligado ao projeto encaminhado pelo governo à Assembleia Legislativa, já que se for aprovado, o projeto extingue a gratificação de permanência da ativa dos servidores que já cumpriram o tempo de serviço necessário para se aposentar. Conforme Pithan, isso justifica a corrida pela aposentadoria de quem se encontra nesta situação e não deseja perder o benefício. O comandante salienta que, desde o início do governo Sartori, já estava sendo registrado um aumento no número de pedidos para a reserva.
INFORMAÇÕES: GIULLIANE VIÊGAS/DP
Nenhum comentário:
Postar um comentário