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domingo, 28 de junho de 2015

FUNCIONÁRIA DA PREFEITURA DE SÃO SEPÉ É ENCONTRADA MORTA

marcia- 
FUNCIONÁRIA FOI ENCONTRADA MORTA EM SEU QUARTO

A servidora da Prefeitura de São Sepé, Márcia Oliveira, 46 anos, que trabalhava na Secretaria de Saúde do Município, foi encontrada morta na manhã deste sábado, 27 de junho.

Os familiares estavam preocupados com a demora de Márcia levantar e quando foram ao quarto da casa onde morava, encontraram ela sem vida.
Márcia  Oliveira, era Agente de Endemias e trabalhava no Posto de Saúde do Bairro Pontes.

Suspeita-se que tenha tido um infarto ou AVC. Os familiares aguardam pelo laudo médico.

A notícia chocou não só os familiares, mas também os colegas de trabalho. Márcia, que era filha do ex-secretário de obras da gestão do prefeito Volnei Teixeira, Nenê Oliveira.

FOTO/INFORMAÇÕES: JORNAL DO GARCIA


domingo, 17 de maio de 2015

FUNCIONÁRIA DE CRECHE É INVESTIGADA POR MAUS-TRATOS NO NOROESTE DO ESTADO

 
IMAGENS: POLÍCIA CIVIL/RBS TV
FUNCIONÁRIA FOI FLAGRADA SEGURANDO CRIANÇA DE CABEÇA PARA BAIXO

A conduta de uma funcionária de creche com uma criança de cinco anos está sendo investigada pela polícia de Boa Vista do Buricá, na Região Noroeste do Rio Grande do Sul. A servidora municipal da escolinha foi denunciada pelos pais do menino após segurar a criança de cabeça para baixo e pode ser indiciada por tortura. O inquérito deve ser concluído em 30 dias.

Como de costume, o menino contou em casa como foi o dia na creche. Os pais se assustaram quando ele disse o que tinha ocorrido. A família então informou a direção da escola, que analisou imagens da câmera de segurança.

O equipamento instalado na sala de aula mostra o momento em que o menino é mandado para o castigo, atrás da porta. Entretanto, ele não para e planta uma bananeira. A funcionária então segura as pernas do garoto por mais de dois minutos. Ela ainda bate o corpo da criança contra uma mesa e apaga a luz. Antes disso, as imagens também registram a mulher empurrando outra criança que não queria ficar deitada no horário de descanso.

"Ele é só uma criança, e assim como ela fez com ele pode ter feito para outros também. Que ela se afaste das crianças, que ela pague pelo que fez. Isso não pode passar em branco", diz o pai, o operador de empilhadeira Gelvane Opermann de Oliveira.

A agente educacional é concursada desde 2010 e havia começado a trabalhar na escola neste ano. Após o caso, foi afastada da função pelo prefeito.

A família registrou queixa na polícia, que pediu um exame de corpo delito. Mesmo que a criança não tenha se machucado fisicamente, para o delegado não se trata apenas de uma agressão.

INFORMAÇÕES: G1/RS