FOTO/DIVULGAÇÃO: CANGUÇU ON LINE
EMÍLIO DE MOURA BICHET FOI MORTO NA ÉPOCA EM 2012
Á PAULADAS E TIJOLADAS
Tribunal do Júri do Foro de Canguçu (rua
Júlio de Castilhos, 803, no Centro) recebe, desde às 9h desta
quinta-feira (14), o julgamento de Guilherme Nunes Magalhães. O júri é aberto à comunidade.
Guilherme está recolhido no Presídio
Estadual de Canguçu desde dezembro de 2012, quando tinha 30 anos. Ele é
julgado pela suspeita de ter matado o ex-policial da Brigada Militar, Emílio de Moura Bichet, então com 74 anos.
O crime foi cometido naquela ocasião na
rua General Paranhos, no bairro Uruguai, em frente à casa da vítima. O
policial que estava aposentado há mais de 20 anos da corporação teria
sido agredido com pauladas e tijoladas.
Bichet chegou a ser internado em estado
grave na UTI do Hospital São Francisco de Paula, em Pelotas, mas as
pancadas resultaram em um traumatismo craniano, agravado por uma
hemorragia e ele não resistiu.
O militar da reserva possuía uma família
grande: são quatro enteados e quatro filhos, entre homens e mulheres.
Ele também deixou oito netos, dois bisnetos e a mulher, Gelda, na época
com 56 anos.
INFORMAÇÕES: DIEGO VILLELA
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