FOTO: JÔ FOLHA
SETE MUNICÍPIOS RECEBERAM VISITA DA FISCALIZAÇÃO
Dos 20 locais abordados pela
força-tarefa da Agência Nacional do Petróleo (ANP), em parceria com o
Inmetro, Procon, Polícia Ambiental e Corpo de Bombeiros, três postos de
combustíveis tiveram suas bombas interditadas e duas revendas de gás
foram fechadas. A operação aconteceu em sete municípios da Zona Sul,
durante toda a semana, com o objetivo de testar a qualidade do
combustível, verificar itens de segurança, produtos das lojas de
conveniências instaladas nos postos, entre outros. O balanço foi
divulgado na manhã desta sexta-feira (14).
De acordo com o coordenador da ANP da
região Sul, Edson Silva, em Pelotas a interdição no posto ocorreu pois a
bomba marcava uma quantidade de combustível maior do que a entregue aos
consumidores. O mesmo também foi o que levou as interdições em Rio Grande e Arroio Grande. A operação também levou ao fechamento uma revenda de gás no Capão do Leão
e uma em Rio Grande por falta de adequações às normas de segurança do
Inmetro. Além destes municípios, também houve fiscalização em Jaguarão,
Pedro Osório e Canguçu.
A escolha dos pontos específicos foi
feita, em sua maioria, através de denúncias. Os postos de combustíveis
de empresas para abastecimento da própria frota também fizeram parte do
roteiro. Em todo Brasil foram mais de 30 operações. A integração dos
diferentes órgãos, mas com competências no mesmo segmento, puderam
trocar informações e enriquecer o trabalho. A fiscalização, por sua vez,
não é feita de uma só vez. Satisfeito com a operação, André Bragagnolo,
coordenador executivo do Procon municipal de Rio Grande, espera que
outras ações com esta finalidade sejam realizadas para abordar mais
pontos e garantir a qualidade dos produtos.
O monitoramento do preço cobrado pelo
combustível em diferentes postos não estava em foco. Entretanto, a
observação em relação a isso também aconteceu. Silva explica que o valor
determinado é julgado pelo dono do estabelecimento. Porém, caso fosse
cobrado um valor abusivo, providências certamente poderiam ter sido
tomadas. "Pelotas tem, em média, uma gasolina 5% mais cara do que Porto
Alegre, por exemplo. Já Rio Grande fica em 6,5% acima da capital. Mas
não é considerado abusivo", comenta.
Denúncias
A ANP reforça a importância da população na atitude de denunciar ao observar irregularidades no mercado de combustíveis. O contato pode ser feito pelo telefone 0800 970 0267 ou pela página www.anp.gov.br/faleconosco.
INFORMAÇÕES: MARINA BONATI/DP
Nenhum comentário:
Postar um comentário