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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

SERVIDORES MUNICIPAIS CONSEGUEM REAJUSTE DE 10% EM CANGUÇU

Servidores estiveram reunidos em assembleia na manhã desta quarta-feira (10) e chegaram a fazer novo protesto com uso de apitos e cartazes em frente à Prefeitura 
FOTO: CÂMARA DE VEREADORES DE CANGUÇU
REAJUSTE FOI ACERTADO NA ÚLTIMA QUARTA-FEIRA(10/FEVEREIRO)

o Sindicato dos Municipários (SIMCA) decidiu manter o estado de greve e recusou o reajuste de 9,28% oferecido pela Prefeitura de Canguçu.
A categoria não abria mão de receber 10,67% de aumento. A diferença entre o índice oferecido e o pretendido era de 1,39%.

Os funcionários presentes na assembleia deixaram a Câmara de Vereadores e se dirigiram à rua. No cruzamento das ruas General Osório e Maria Conceição Monteiro Bento, no Centro, em frende ao prédio do Poder Executivo, eles fizeram uma manifestação com uso de cartazes e apitos.

A entidade desejava abrir nova negociação com a administração municipal.
— Não estamos pedindo aumento de salário, estamos pedindo reposição da inflação e das nossas perdas. A cada ano, perdemos poder de compra e até de sobrevivência. Temos colegas ganhando abaixo do salário mínimo, os quais precisam de complementação para chegar ao piso definido por lei — avalia a vice-presidente do SIMCA, Auta Sirlei Oliveira.

O Sindicato afirma ter feito levantamento técnico que aponta a viabilidade financeira de obter os 10,67% de reajuste sem causar grande impacto na folha de pagamento do município.

A Prefeitura discordava neste ponto.

— O índice de 9,28% é o mesmo aplicado no orçamento do município e o mesmo usado na correção do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU). É o máximo que podemos dar, neste momento. E ainda vamos ter problemas na folha de pagamento, que vai pular de R$ 60 milhões em 2015 para R$ 70 milhões em 2016 — disse o prefeito Gerson Nunes na semana passada.
SIMCA aceita 10% oferecido pela Prefeitura
 
Após nova recusa do SIMCA, o prefeito Gerson Nunes apresentou uma contraproposta, no final da manhã desta quarta-feira (10), estendendo o índice de 9,28% para 10%. O número foi aceito pela categoria e as duas partes chegaram a um acordo. Desta forma, os servidores que estavam em greve devem retornar ao trabalho ainda hoje.

Como foi a longa negociação:
 
O SIMCA começou pedindo 20%, baixou para 12% e, por último, queria 10,67%. O Governo Municipal iniciou as conversas com 5,5% e depois chegou a 9,28%. 

INFORMAÇÕES: CANGUÇU ON LINE

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

SERVIDORES MUNICIPAIS EM CANGUÇU PODEM TER JORNADA REDUZIDA

Operários estão entre os profissionais que não seriam atingidas pela Lei estão a categoria dos operários 
FOTO: XIRÚ GONÇALVES
OPERÁRIOS ESTÃO ENTRE OS SERVIDORES QUE NÃO SERIAM ATINGIDOS PELA LEI 
Vereadores, no entanto, querem assegurar que não haverá redução dos vencimentos dos servidores que ocupam os cargos atingidos pelo Projeto. 

A possibilidade de redução da carga horária dos servidores municipais de Canguçu será tema de audiência na Câmara de Vereadores, ainda com data a ser definida.


Após discussão da proposta na segunda-feira (17), com divergências entre os parlamentares, foi constatada a necessidade de levar o assunto à comunidade e aos servidores municipais.


A Mensagem Executiva número 93, de 2015, indica que o objetivo é de alterar a carga horária de cargos instituídos pela Lei número 2.605, de dezembro 2005.


De acordo com o Poder Legislativo, o objetivo é organizar a carga horária daqueles que possuem 44 horas semanais no município. Não estão incluídos nesta Lei profissionais como motoristas, motorista operador de guindaste, pedreiros, garis, operários, operário especializado, operador de máquinas, auxiliar de mecânico, mecânico especializado em máquinas pesadas, mecânicos, chapista de automóvel, contramestre mecânico, vigilantes e zelador de estrada.


A exceção a estes cargos ocorre para que, uma vez reduzida a carga horária, o pagamento de hora extraordinária não cause impacto na fiscalização de órgãos como o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RS).

Vale lembrar que a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) número 101, de 2000, determina que os municípios podem destinar até 54% da receita líquida para gastos com pessoal.


Alguns vereadores salientaram que a redução da carga horária é viável, desde que seja alterada a Lei Municipal de criação dos cargos e, também, atenda ao interesse público e não ao interesse particular de um servidor ou de uma categoria.


Neste caso, deve ser assegurado que não haverá redução dos vencimentos dos servidores que ocupam os cargos a serem atingidos pela redução da carga horária.

INFORMAÇÕES :CÂMARA DE VEREADORES/DIEGO VILLELA

terça-feira, 28 de abril de 2015

EM CAPÃO DO LEÃO,SERVIDORES PARALISAM A PARTIR DESTA TERÇA-FEIRA

 
PARALISAÇÃO TAMBÉM SERVE DE PROTESTO CONTRA ADMINISTRAÇÃO ATUAL

O Sindicato dos Municipários de Capão do Leão (SMCL) decidiu, através de assembléia realizada na sexta, que a categoria irá paralisar as atividades no dia 28 de abril, terça-feira.

A categoria exige do Executivo um aumento salarial de 8,42% e um acréscimo de R$ 70,00 no vale refeição. A proposta do Executivo é de 6% de reposição em maio e 1,88% em outubro, além de R$ 50,00 no vale.

Por isso, o SMCL decidiu que irá paralisar amanhã, sendo que durante a tarde a categoria irá à Câmara de Vereadores pressionar o legislativo.

Ainda, conforme nota emitida pelo Sindicato, a manifestação não se restringe apenas à campanha de reposição salarial, mas também devido à paralisia e estagnação em que se encontra a administração do prefeito Cláudio Vitória.
INFORMAÇÕES: JESUS MADEIRA/DIÁRIO LEONENSE